Nas linhas de transmissão de alta tensão, o campo elétrico é tão intenso que a rigidez dielétrica do ar é rompida nas proximidades dos condutores. A rigidez dielétrica de um certo material é um valor limite de campo elétrico aplicado sobre a espessura do material, sendo que, a partir deste valor, os átomos que compõem o material se ionizam e o material dielétrico deixa de funcionar como um isolante.Como a tensão é alternada, ou seja, se inverte e varia rapidamente o tempo todo, as moléculas do ar são rompidas e recombinadas em seguida, à razão de 120 vezes por segundo. Isto produz um zumbido característico, que pode ser ouvido nas proximidades das linhas. Sob certas condições, a recombinação das moléculas do ar produz emissão de luz, que forma um halo azulado em torno dos fios. Esses fenômenos são chamados de efeito corona e pode ser, portanto, audível e/ou visível. O efeito corona representa uma parcela das perdas que ocorrem nas linhas de transmissão.
Nas linhas de transmissão de alta tensão, o campo elétrico é tão intenso que a rigidez dielétrica do ar é rompida nas proximidades dos condutores. A rigidez dielétrica de um certo material é um valor limite de campo elétrico aplicado sobre a espessura do material, sendo que, a partir deste valor, os átomos que compõem o material se ionizam e o material dielétrico deixa de funcionar como um isolante.Como a tensão é alternada, ou seja, se inverte e varia rapidamente o tempo todo, as moléculas do ar são rompidas e recombinadas em seguida, à razão de 120 vezes por segundo. Isto produz um zumbido característico, que pode ser ouvido nas proximidades das linhas. Sob certas condições, a recombinação das moléculas do ar produz emissão de luz, que forma um halo azulado em torno dos fios. Esses fenômenos são chamados de efeito corona e pode ser, portanto, audível e/ou visível. O efeito corona representa uma parcela das perdas que ocorrem nas linhas de transmissão.

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